APASCENTANDO CORDEIROS
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domingo, 15 de março de 2015

HISTÓRIA BÍBLICA PÁSCOA - A PÁSCOA ESCONDIDA



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HISTÓRIA SOBRE A PÁSCOA- FOI NUM SÁBADO


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HISTÓRIA SOBRE A PÁSCOA - PÁSCOA REAL



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sexta-feira, 6 de março de 2015

PÁSCOA - CUP CAKE - Topo Ovelha

 
Fonte imagem:http://evangeliza1.blogspot.com.br/2014/02/lembrancinhas-de-cupcake-com-ovelhas.html


INGREDIENTES


  • 2 ovos
  • 1 xícara de (chá) de açúcar
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de (chá) de leite
  • 2 colheres de sopa de manteiga derretida
  • 1/2 colher de sopa de fermento em pó

MODO DE PREPARO

  1. Misture todos os ingredientes
  2. Coloque em forminhas, coloque em forno médio por 30 minutos
  3. Depois de esfriar pode rechear e decorar como quiser

Fonte Receita: http://www.tudogostoso.com.br/receita/136160-cupcake-simples.html

PÁSCOA - ATIVIDADE

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Fonte:http://escolasabatinacomatiamalu.blogspot.com.br/2010/03/atividades-sobre-pascoa.htm

PÁSCOA - PORTA CHOCOLATE

Lembrancinha-de-garrafa-PET-EVA





Ovelhinha de garrafa PET e EVA

Materiais da lembrancinha de garrafa PET e EVA

  • Garrafa PET de 2 litros
  • Folha de EVA liso nas cores: Branca, preta, bege.
  • EVA atoalhado branco
  • Cola quente ou instantânea
  • Palito de churrasco
  • Caneta permanente preta
  • Olhinhos móveis
  • Lacinho de fita de cetim
  • Blush para as bochechas
  • Tinta acrílica branca ou relevo para o detalhe no nariz
  • Flor de bijuteria para o detalhe do laço
Faça as ovelhinhas com garrafa PET e EVA e presenteie alunos e crianças com potinhos cheios de doces, bombons de chocolate ou ovinhos de chocolate.
Para as titias cristãs fica a dica de colocar dentro dos potinhos além dos docinhos, outros símbolos da páscoa cristã como uma cruz em EVA, uma pedra, e uma taça de vinho em eva ou um pãozinho em EVA


Fonte: http://cecieuquefiz.blogspot.com.br/search/label/P%C3%A1scoa%20-%20Ovelhas

PÁSCOA - CRONOGRAMA

Introdução, um esquema panorâmico:
1. Sábado: Jesus descansa em Jericó antes de iniciar a última jornada (cf. Mc 10,46-52).
2. Domingo: Subida a Jerusalém e entrada real sobre um jumento (cf. Mc 10,46-11,11).
3. Segunda-feira: Maldição da figueira (Mc 11,12-14) com a purificação do Templo (Mc 11,15-18).
4. Terça-feira, grande disputa: Vinhateiros homicidas, sermão escatológico (Mc 11,20-13,37).
5. Quarta-feira: Os sacerdotes decidem prender Jesus. Ceia em Betânia (Mc 14,1-11).
6. Quinta-feira: Última Ceia, Horto das Oliveiras, prisão e julgamento (Mc 14,12-72).
7. Sexta-feira: Condenado por Pilatos, crucificação e sepultamento (Mc 15,1-47).
8. Sábado: Grande páscoa judaica, os seguidores de Jesus ficaram em silêncio.
9. Domingo: Páscoa cristã, com as mulheres na sepultura (Mc 16,1-8).
Visão detalhada dos três últimos dias
1. Noite de quinta-feira para sexta-feira
Estritamente falando, essa noite (que para os judeus já era sexta-feira, pois o dia começava, segundo eles, após o pôr do sol), foi uma noite de vésperas, não de ceia pascal, e nela Jesus quis “antecipar” os principais (finais) aspectos do seu compromisso a serviço do Reino, como destaquei no capítulo anterior. Mas também foram de vigilância dos seus vigilantes, aqueles que queriam condená-lo, a começar pelos sacerdotes:
– Ao pôr do sol da quinta-feira (começo da sexta-feira judaica), Jesus e seus discípulos se reuniram para a Ceia de anúncio e preparação para a Páscoa do dia seguinte que, para Jesus, marcaria o começo do Reino, que ele quis antecipar e prefigurar com sua entrega, convidando os seus para a próxima Taça pascal no Reino (Mc 14,25). Os sacerdotes (avisados por Judas) preparavam a sua prisão.
– Primeira vigília (das 18h às 22h, iniciada já a sexta-feira judaica): Ceia messiânica de Jesus, ratificando sua entrega e preparando a próxima Páscoa do Reino; foi um momento de máxima tensão entre Jesus e seus discípulos: Jesus compartilha com eles o pão, e promete-lhes a próxima taça no Reino, que começará na noite seguinte (com a Páscoa). O texto supõe que eles a aceitam (comem e bebem com ele), mas não compartilham sua opção messiânica, seu gesto de dar a vida. Por isso, esta Ceia parece vincular-se com a entrega de Cristo (cf. 1 Cor 12,23).
Fonte: http://bit.ly/1hTfNG3
– Segunda vigília (das 22h às 2h da noite da sexta-feira): Oração no Horto do Monte das Oliveiras. Jesus invoca a Deus, pedindo a chegada do Reino nesse Monte, enquanto se estreita a trama daqueles que querem prendê-lo e matá-lo. É nesse contexto que se deve ver a traição de Jesus, que o entrega, e o abandono geral dos Doze, que fogem. Os sacerdotes e Judashaviam preparado cuidadosamente a prisão, no meio da noite, de forma que os galileus não pudessem defendê-lo. Talvez os outros não prepararam nem previram o que poderia acontecer. É possível que a prisão de Jesus os pegasse de surpresa, mas seu abandono estava prefigurado já na Ceia. Esta foi a grande crise, a decisão irreparável. Jesus não foge nem se defende, ficando nas mãos dos que vêm para prendê-lo.
– Terceira vigília (das 2h às 6h da madrugada da sexta-feira): Julgamento informal na casa de Caifás, com a negação de Pedro. Não sabemos se é histórico o dado de João (cf. Jo 18,12-14.24), quando afirma que se reuniram primeiro na casa de Anás, sacerdote mais influente, para depois ir à casa de Caifás, seu genro, que era Sumo Sacerdote. Mas está claro que a prisão e o primeiro julgamento de Jesus correram a cargo da aristocracia sacerdotal do Templo, não do povo enquanto tal. Não parece que neste contexto se possa falar de uma reunião de todo o Sinédrio (visão histórico-teológica de Mc 14,55), mas melhor dos principais sacerdotes. Jesus os havia criticado e agora fica em suas mãos, esperando a resposta de Deus.
2. Manhã da sexta-feira
Os partidários da cronologia “longa” costumam afirmar que os acontecimentos que a tradição “reúne” nessa manhã são muitos e não caberiam nela; além disso, supondo que fosse manhã da Páscoa (na linha de Marcos), parece difícil que pudesse ter havido o julgamento público, pelo impróprio do dia. Mas, como disse, não era o dia da páscoa, mas vésperas, e todos os fatos puderam acontecer com rapidez, pois assim o queriam os sacerdotes e Pilatos:
– Primeira hora (das 6h às 9h): Ao nascer do sol, julgamento rapidíssimo na casa de Caifás, talvez com a presença de parte do Sinédrio, embora pareça preferível a visão de João, que fala apenas de uma reunião de sacerdotes, sem participação do tribunal inteiro (cf. Jo 18,24). Segue-se um julgamento sumaríssimo na presença de Pilatos, sem que fosse necessário supor que sejam históricos os diálogos, discussões e “votações” (com Barrabás de fundo) descritos por Mc 15,1-20 e par. Não é possível que Pilatos enviasse Jesus para Antipas (cf. Lc 23,6-7); e, embora o fizesse, isso poderia ter acontecido muito rapidamente.
– Terça hora (das 9h às 12h): Crucificação. A cena da flagelação, que pode ser histórica, não necessita de muito tempo. A distância entre o pretório e o Gólgota é pequena (alguns minutos de caminhada). As cruzes estavam preparadas, tanto as verticais (no local) como as horizontais, levadas pelos réus. O gesto de Simão Cirineu pode ser histórico, assim como a condenação de dois ladrões (lêstai, no sentido social ou político), que situam Jesus no seu contexto político, embora com sentido simbólico. O letreiro da Cruz (Jesus nazareno, rei dos judeus), deve ser histórico, embora não em três línguas, mas apenas em uma.
3. Tarde da sexta-feira
Parece que todos queriam que a morte fosse rápida, para que o assunto Jesus ficasse resolvido antes que o sol caísse e entrasse a noite, o dia seguinte, pois começava a Páscoa Oficial, que era de festa (para sacerdotes e povo) e de risco (celebrava-se a libertação do povo e Pilatos devia estar atento, para evitar insurreições).
– Sexta hora (em torno das 12h). Este é o centro do tempo em que Jesus esteve crucificado, em pleno dia, diante das portas da cidade, de forma que todos pudessem vê-lo, como sinal do fracasso de um “falso” movimento messiânico. Nesse tempo situa-se a zombaria dos sacerdotes e parte do povo, que mostra o significado da condenação de Jesus e não deve ser tomado no sentido histórico estrito. A escuridão de Mc 15,33 parece ser um sinal teológico, também o diálogo de Jesus com os ladrões, assim como com sua mãe e seu discípulo amado (Jo 19,25-27).
Fonte: http://bit.ly/1hTfNG3
– Nona hora (em torno das 15h), grito de Jesus e morte. Jo 19,31-37 supõe que morreu quando estavam sacrificando os cordeiros pascais no Templo (não quebraram seus ossos, não quebravam os ossos dos cordeiros pascais!). O grito (Por que me abandonaste?) pode ser histórico, embora as interpretações difiram. Nesse contexto pode se situar o “abandono” de Deus, que é sua presença maior, e as implicações da entrega de Jesus, que finalmente compreende e compreendendo morre, como interpretou a tradição cristã. É neste pano de fundo que se deve entender os outros símbolos: véu rasgado, confissão do centurião, terremoto. Entre a crucificação e a morte passam-se seis horas das atuais, que são um tempo longo.
– Opsias (Ao cair da tarde: Mc 15,42)... Entre a nona hora e o pôr do sol (das 15 às 18h): Desceram Jesus da cruz, envolveram-no no pano e o enterraram, segundo a lei, de forma que quando o sol se punha José de Arimateia e os que com ele o sepultaram voltaram aos seus trabalhos pascais e as mulheres amigas de Jesus (que olhavam de longe) ao seu choro. É histórico o enterro, como veremos, e parece também histórico o fato de que as mulheres olhassem de longe. Tudo devia terminar antes que o sol se pusesse completamente e começasse a festa da Páscoa, pois depois não se podia “trabalhar”. Havia-se cumprido o “tempo” iniciado com a Última Ceia. Foram apenas 24 horas, toda a história humana condensada na condenação e morte de Jesus.
4. Sábado e domingo
Em sentido estrito, a história da paixão termina na sexta-feira à tarde, com a morte e o sepultamento, antes do pôr do sol. O que acontece depois pertence à memória cristã, vinculada à experiência (fé) da Igreja. De qualquer forma, de um modo geral, podemos ordenar dessa maneira os acontecimentos:
– Sábado, Páscoa judaica. Desde o pôr do sol da sexta-feira (após o sepultamento de Jesus) até o novo pôr do sol passaram-se 24 horas, tempo em que os judeus celebraram a páscoa (na noite) e descansaram (dia seguinte). Os sacerdotes puderam pensar que tudo se havia resolvido de um modo satisfatório, e Pilatos tranquilizar-se. Para os cristãos posteriores foi um sinal o fato de que Jesus morresse no começo da vigília e que nesse ano a páscoa caísse no sábado.
– Domingo, Páscoa cristã. Segundo Mc 16,1-7, as mulheres chegaram à sepultura na manhã do domingo muito cedo, quando o sol estava saindo, mas encontraram a sepultura já aberta e um jovem sentado à sua direita (Mc 16,1-7). Dessa maneira, indica-se simbolicamente (sem dizê-lo) que Jesus teria ressuscitado ao nascer do sol do domingo (como sol verdadeiro). Teria estado morto cerca de 39 horas, um pouco mais que um dia e meio: três horas da sexta-feira – das 15 às 18h –, 24 horas do sábado – das 6h às 18h – e 12 horas do domingo – das 18h do dia anterior às 6h da manhã. De qualquer forma, essas horas (três dias) da morte de Jesus são computadas de diversas formas, segundo os diferentes textos.
A cronologia longa da paixão (com a Última Ceia entre terça-feira e quarta-feira) tinha a vantagem de espaçar os acontecimentos do julgamento, de maneira que se ordenavam em um transcurso maior, mas criava uma dificuldade maior. Tanto os sacerdotes como Pilatos queriam um julgamento sumaríssimo; a ninguém convinha um Jesus dando voltas de um lugar a outro para ser julgado, durante três dias, pelo risco que implicava a sua condenação em um contexto de páscoa, com muitos galileus reunidos em Jerusalém para a festa.

Fonte: http://blogs.periodistadigital.com/xpikaza.php/2014/04/12/p350673#more350673



quinta-feira, 29 de março de 2012

MÓBILE PÁSCOA

 Materiais:
  • Tinta guache, marcadores ou lápis de cor, giz de cera
  •  Tesoura
  • Cola
  • Barbante 
  •  Palito Churrasco

 Instruções

  • Imprima o modelo de escolha , Você pode imprimir quantas você quiser 
     
  • Cortar as peças do molde ao longo das linhas pontilhadas.
     
  • Peça pra criança pintar  e enfeitar de acôrdo com o material escolhido 
  • Dobre as cruzes ao meio passe cola a trás e na frente juntos.Deixe secar
  •  Faça um furo pequeno no topo de cada cruz e amarre com o barbante 
  •  E coloque o barbante nas extremidades, formando o móbile









Fonte: http://www.dltk-bible.com/guides/easter-index.htm

domingo, 17 de abril de 2011

PÁSCOA CESTINHO DE COPO DESCARTÁVEL


Fonte: http://www.flickr.com/photos/kids_dicas/sets/72157594560367964/

ATIVIDADES PÁSCOA




Esta atividade publicada na revista “O Evangelista de Crianças”
n. 214 da APEC
– Aliança Pró Evangelização das Crianças,
está sendo usada com permissão.
Conheça a Revista no Site da APEC:  http://www.apecbr.com/


Fonte: Galeria Karen Grace http://www.flickr.com/photos/kids_dicas/sets/





CESTINHO PÁSCOA

Fonte : TIMI - Brasilândia - APEC Oeste