APASCENTANDO CORDEIROS
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sábado, 5 de março de 2011

SÍMBOLOS UTILIZADOS POR PEDÓFILOS


A Polícia Federal Americana FBI, produziu um relatório em Janeiro último sobre pedofilia. Nele estão colocados uma serie de símbolos usados pelos pedófilos para se identificar. Os símbolos são, sempre, compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores. Homens são triângulos, mulheres corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes,.. .) entre outros objetos.

Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações recolhidas pelo FBI durantes as suas investigações. A ideia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e etc. Infelizmente, é o design gráfico a serviço do mal

*CRIANÇAS E ADOLESCENTES: SE VOCÊ VER EM ALGUMA PESSOA, DENUNCIE!!!
AO ENCONTRAR UM DESSE SÍMBOLOS AVISE AS AUTORIDADES.
LIGUE 100
 

quarta-feira, 2 de março de 2011

A IMPORTÂNCIA DO PAI


Antigamente, o pai quase nem chegava perto do bebê. Hoje, ele participa de tudo. Mesmo assim, não é todo mundo que percebe a importância dele.

“O bebê, logo depois de nascer, costuma se acalmar e parar de chorar ao ouvir a voz do pai. Por isso, muitos obstetras encorajam o pai a conversar com o filho assim que ele nasce”, conta Stéphanie Sapin-Lignières, coordenadora do curso Prepar e mãe de Annelys, Custódio Carlos, Frederic e Valerie. Outra prova de que o pai é importante vem com a pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, intitulada Vivências de Casais com o Aleitamento Materno do Primeiro Filho. Ela mostrou que o pai exerce, sim, influências positivas ou negativas nesta fase. Seu jeito de agir afeta a auto-estima da mulher, o que pode alterar a produção de leite e os padrões de sono dela.

Outra prova de que o pai é importante vem com a pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, intitulada Vivências de Casais com o Aleitamento Materno do Primeiro Filho. Ela mostrou que o pai exerce, sim, influências positivas ou negativas nesta fase. Seu jeito de agir afeta a auto-estima da mulher, o que pode alterar a produção de leite e os padrões de sono dela.

Mas, se o pai é tão importante, por que a licença paternidade é tão curta? Em 1988, a nova Constituição deu aos pais cinco dias em casa assim que a criança nasce. Acha pouco? Pois antes era pior: a licença do pai era de um dia só. Já as mães têm direito a quatro meses com o filho (desde que tenham registro na Carteira de Trabalho) – mas, em outubro, o senado aprovou o projeto de lei da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) que prevê o aumento da licença-maternidade para seis meses. O projeto ainda tem de ser votado na Câmara dos Deputados. Se aprovado, a medida será facultativa para as empresas.

A mesma senadora também tem um projeto para aumentar a licença-paternidade para 15 dias. “Na época em que fizemos o projeto, houve uma grande demanda de homens pedindo para que nós os incluíssemos”, diz Patrícia, mãe de Lívia, Ciro, Yuri e Maria Beatriz. No fim, ela fez dois projetos.

Para Rachel Niskier, mãe de Eduardo e Mauro e avó de Gabriel, coordenadora da campanha “Licença- Maternidade: seis meses é melhor!”, da Sociedade Brasileira de Pediatria, é bom dar um passo de cada vez. “Durante toda a campanha, nunca nos esquecemos de mencionar o pai. Só que não dá pra pedir tudo ao mesmo tempo. A aprovação do projeto no senado abre caminho para discutirmos a licença paternidade também”, diz ela.

O projeto de Patrícia não é o único em trâmite. Há um projeto de lei do deputado Vieira da Cunha (PDTRS) que prevê o aumento da licença para dez dias e já foi aprovado por uma comissão especial. Agora, será votado em regime de prioridade pelo Senado.

Mas tem gente que quer batalhar por mais.

A ANTROPÓLOGA MIRIAN GOLDENBERG QUESTIONA SE 10 OU 15 DIAS SÃO SUFICIENTES PARA QUE O PAI PARTICIPE DA FORMAÇÃO EMOCIONAL E SOCIAL DA CRIANÇA. “ZELAR PELO RECÉM-NASCIDO É MUITO MAIS DO QUE GARANTIR O ALEITAMENTO MATERNO. ESSES PROJETOS SÃO SÓ UM PONTAPÉ INICIAL. O JUSTO SERIA DISCUTIR COMO APROXIMAR MAIS AS RESPONSABILIDADES E OS PODERES DO PAI E DA MÃE DENTRO DE CASA”, DIZ.

Rachel concorda: “O pai tem de estar presente sempre. Ele não amamenta, mas dá carinho e proteção. Quanto mais tempo passar com o filho, melhor. Não é só questão de ajudar, é participar”. E, se a gente reconhece o papel do pai na criação dos filhos, influencia os outros a pensarem igual. “Tem pediatra que diz: ‘Pai, pode ficar aí, não precisa entrar na sala para a consulta’. Isso não está certo”, diz Rachel. Mirian costuma sempre citar a Suécia, país onde a licença dura até 16 meses e vale para ambos os pais (eles decidem quem fica em casa). Avançando aos poucos, quem sabe a gente siga o exemplo deles.

Fonte: http://revistapaisefilhos.terra.com.br/

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Limites e figura de autoridade


Quando ouvimos educadores ou psicólogos falarem sobre regras e limites que devem serem transmitidos pelo pais aos seus filhos, nos parece uma tarefa fácil. Porém, porque será que na prática essas questões se tornam tarefas tão difíceis? Em princípio, temos que levar em conta uma questão: para que pais ou responsáveis pela criança possam transmitir limites, precisam inevitavelmente lidar com suas próprias questões e problemas relacionados a limites.

Um pai ou mãe que teve dificuldades em apreender os limites dados pelos seus pais, possivelmente, terá dificuldades em transmiti-los aos seus filhos. Por exemplo: como um pai poderá exigir do seu filho que esse não cometa excessos, se ele mesmo comete.

Por fim, é fundamental que os pais estejam constantemente revendo seus comportamentos, atitudes, valores e princípios, a fim de passar para os filhos o que seja adequado.

Os pais devem ter autoridade junto aos filhos e não apenas serem figuras punitivas e repressivas, ter autoridade é ser firme e passar educacionalmente para as crianças a firmeza dos seus valores. Essa é a maneira pela qual a criança vai lidar com seus limites e criar uma base para a introjeção das regras sociais na vida adulta.


Rose Araújo


(Artigo retirado site http://www.sbt.com.br/supernanny/artigos/)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

MANUAL BÍBLICO PARA EDUCAR SEUS FILHOS

"Muito interessante esta matéria com a Cris Poli para a revista Ana Maria - Edição n.º 703, e por isso quero compartilhar com vocês pais, mães, responsáveis..."